História A 12º Ano: Portugal do 25 de Abril ao Século XXI | Exame 2013

Estude a transição democrática portuguesa (1974 - Séc. XXI). Analise as medidas pós-25 de Abril, a evolução política (PREC, 1974-1982) e a política externa.

História A12º AnoExame Nacional 2013Portugal Pós-25 de AbrilRevolução dos CravosPRECEstabilização democráticaEstado NovoDescolonizaçãoPolítica Externa PortuguesaAdesão CEECPLP
Informações do Exame

Ano Escolar: 12º Ano

Disciplina: História A (623)

Ano: 2013

Fase: 1.ª Fase

Pergunta nº: 3

Exame: Abrir PDF

Critérios de Classificação: Abrir PDF

Pergunta (3)
Desenvolva o seguinte tema:
Portugal:
do 25 de Abril de 1974 ao início do século XXI.
A sua resposta deve abordar, pela ordem que entender, três dos aspetos de cada um dos seguintes tópicos de referência:

• medidas imediatas para o desmantelamento das estruturas do Estado Novo;
• evolução política:
das tensões político-ideológicas (1974-1975) à estabilização democrática (1976-1982);
• opções de política externa:
do 25 de Abril ao início do século XXI.
Deve integrar na resposta, além dos seus conhecimentos, os dados disponíveis nos documentos de 1 a 4.
Critério de Classificação
3. .................................................................................................................................................... 50 pontos Na resposta, é desenvolvido, de forma clara e organizada, o tema «Portugal: do 25 de Abril de 1974 ao início do século XXI», abordando-se três dos aspetos a seguir apresentados para cada um dos tópicos de referência: Medidas imediatas para o desmantelamento das estruturas do Estado Novo • destituição do Governo, do Presidente da República e de outros dirigentes do Estado Novo OU entrega do poder, pelo MFA, a uma Junta de Salvação Nacional; • extinção das estruturas de suporte do Estado Novo (doc. 1): censura / exame prévio e PIDE/DGS OU outros dois exemplos; • libertação dos presos políticos e regresso dos exilados, como Mário Soares e Álvaro Cunhal (docs. 2 e 3); • reconhecimento das liberdades fundamentais (docs. 1, 2 e 3): de imprensa e de criação de partidos políticos OU outros dois exemplos; • procura de uma solução política, e não militar, para o problema colonial OU abertura de negociações com vista ao fim da guerra colonial (docs. 1 e 3); • preparação do processo de eleições para uma Assembleia Constituinte, com vista à elaboração de uma Constituição democrática; • nomeação de um Presidente da República e constituição do I Governo Provisório, para assegurar o funcionamento das instituições. Evolução política: das tensões político-ideológicas (1974-1975) à estabilização democrática (1976-1982) • fim do largo consenso em torno do programa do MFA, com a afirmação de projetos políticos divergentes para o futuro do país (docs. 2 e 3); • dificuldades na resolução da questão colonial: contradição entre as posições iniciais do programa do MFA e o projeto federalista de Spínola; • situação de agitação social, com reivindicações laborais, greves e manifestações frequentes OU problemas sociais decorrentes do regresso e da dificuldade de integração de milhares de «retornados»; • afrontamentos, no MFA e na sociedade, entre projetos revolucionários e forças reformistas moderadas (docs. 2 e 3) OU radicalização dos antagonismos no «Verão Quente» de 75 (docs. 2 e 3), com saneamentos (OU ataques bombistas OU assaltos a sedes de partidos); • rutura causada pela intervenção do Estado na economia, com nacionalização dos grandes grupos económicos, por pressão das forças de esquerda OU pela institucionalização de formas de poder popular, articuladas com a ocupação de empresas e com a reforma agrária (docs. 2 e 3); • grande instabilidade política e governativa, evidenciada pela sucessão de governos provisórios OU de tentativas golpistas, como o 11 de Março (OU como o 25 de Novembro OU outro exemplo); • realização de eleições livres para a Assembleia Constituinte e aprovação da Constituição de 1976, com a institucionalização do regime democrático; • triunfo do Partido Socialista nas primeiras eleições legislativas e formação do I Governo Constitucional; • consagração de uma democracia pluralista, baseada no respeito pela soberania popular e no recurso a eleições livres (docs. 2 e 3) OU no respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais (liberdade de imprensa e de expressão, entre outros) (docs. 2 e 3); • reforço da matriz democrática de tipo ocidental na revisão constitucional de 1982: abolição do Conselho da Revolução e sujeição dos militares ao poder político OU reequilíbrio de poderes entre os órgãos de soberania. Opções de política externa: do 25 de Abril ao início do século XXI • reconhecimento do direito dos povos à autodeterminação (doc. 3), num contexto interno e internacional favorável à descolonização OU reconhecimento da independência das colónias em África OU denúncia internacional da ocupação de Timor pela Indonésia; • opção pela integração nas Comunidades Europeias após o 25 de Abril e formalização do processo de adesão; • aprofundamento dos laços de cooperação com a Europa comunitária (doc. 4), nomeadamente, através da participação nos seus organismos; • estabelecimento de relações diplomáticas, antes do fim da Guerra Fria, com os países do bloco de leste (doc. 4) OU com os do Movimento dos Países Não-Alinhados; • estabelecimento de relações diplomáticas e de cooperação entre Portugal e as suas ex-colónias (doc. 4); • processo de abertura de negociações com a China para a transferência da soberania de Macau; • criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, organização que integra os PALOP, o Brasil, Portugal e Timor-Leste OU incremento da cooperação e da ajuda ao desenvolvimento dos países lusófonos; • participação na Comunidade Ibero-Americana, que integra os Estados da Península Ibérica e da América Latina, de língua portuguesa ou castelhana; • afirmação do papel de Portugal como mediador entre a Europa e os espaços da lusofonia e da Comunidade Ibero-Americana; • reforço da diplomacia económica orientada para a captação de investimentos e para a diversificação de mercados (exemplo: Golfo Pérsico OU China OU Angola); • afirmação internacional de Portugal após quase meio século de isolamento (doc. 4).
Descritores do nível de desempenho
no domínio específico da disciplina
Descritores do nível de desempenho no domínio
da comunicação escrita em língua portuguesa
Níveis*
1 2 3
A resposta apresenta:
• três aspetos de cada um dos três tópicos de referência (3/3/3);
7
• integração adequada e sistemática dos quatro documentos;
• terminologia específica adequada e sistemática.
45 48 50
6 Nível intercalar 38 41 43
A resposta apresenta:
• dois aspetos de cada um dos tópicos (2/2/2);
OU
três aspetos de um dos tópicos, dois aspetos de outro dos tópicos e um aspeto
do outro tópico (3/2/1);
OU
três aspetos de cada um de dois dos tópicos (3/3/0);
OU
5
dois aspetos de cada um de dois dos tópicos e um aspeto do outro tópico (2/2/1);
OU
três aspetos de um dos tópicos e dois aspetos de outro dos tópicos (3/2/0);
OU
três aspetos de um dos tópicos e um aspeto de cada um dos outros tópicos
(3/1/1).
• integração adequada de três documentos;
• terminologia específica adequada.
Níveis
31 34 36
4 Nível intercalar 24 27 29
A resposta apresenta:
• um aspeto de cada um dos tópicos (1/1/1);
OU
três aspetos de um dos tópicos (3/0/0);
OU
3
dois aspetos de um dos tópicos e um aspeto de outro dos tópicos (2/1/0);
OU
um aspeto de cada um de dois dos tópicos (1/1/0);
OU
dois aspetos de um dos tópicos (2/0/0).
• integração adequada de dois documentos;
• terminologia específica adequada.
17 20 22
2 Nível intercalar 10 13 15
A resposta apresenta:
• aspetos genéricos, por referência ao solicitado;
1
• integração incipiente de documentos, por referência ao solicitado;
• terminologia específica pouco rigorosa.
3 6 8
* Descritores apresentados nos Critérios Gerais de Classificação.
Matéria Associada
Portugal Pós-25 de Abril; Queda do Estado Novo; Processo Revolucionário em Curso (PREC); Estabilização Democrática (1976-1982); Política Externa e Descolonização; Integração Europeia; CPLP
Resumo Pedagógico
Treine o desenvolvimento de tema sobre a História de Portugal do 25 de Abril de 1974 ao Séc. XXI, focando as medidas imediatas, a evolução política e a política externa.

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