Utilitarismo de Mill: Imparcialidade e Prioridade Afetiva | Filosofia 11º Ano

Análise da ética utilitarista de Mill. Descubra se devemos priorizar familiares e amigos no cálculo utilitarista das consequências. Exame 2016.

Filosofia11º AnoUtilitarismoJohn Stuart MillPrincípio de UtilidadeImparcialidadeÉticaExame Nacional 2016
Informações do Exame

Ano Escolar: 11º Ano

Disciplina: Filosofia (714)

Ano: 2016

Fase: 1.ª Fase

Pergunta nº: 19

Exame: Abrir PDF

Critérios de Classificação: Abrir PDF

Pergunta (19)
3.
Será que, de acordo com a ética utilitarista de Mill, quando calculamos as consequências dos nossos atos, temos a obrigação de dar prioridade aos nossos familiares, amigos e vizinhos mais próximos? Porquê?
Critério de Classificação
3. Cenário de resposta A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes. Apresentação da resposta: – de acordo com a ética utilitarista de Mill, quando calculamos as consequências dos nossos atos, não temos a obrigação de dar prioridade aos nossos familiares, amigos e vizinhos mais próximos (mais do que isso: temos a obrigação de não dar prioridade aos nossos familiares, amigos e vizinhos mais próximos). Justificação da resposta: – o cálculo das consequências dos nossos atos subordina-se ao princípio de utilidade, que ordena a maximização da felicidade, ou seja, que obriga a agir de modo a obter o maior saldo total de felicidade; – no cálculo da felicidade, que deve ser imparcial, a felicidade de cada um dos envolvidos conta o mesmo (OU como apenas importa o saldo global de felicidade decorrente da ação, não é relevante se é a felicidade de uma pessoa que nos é próxima ou a de qualquer outra pessoa afetada pela nossa ação que (mais) contribui para esse saldo).
Níveis Descritores do nível de desempenho no domínio específico da disciplina Níveis de desempenho no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa (1) Níveis de desempenho no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa (2) Níveis de desempenho no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa (3) Pontuação
5 Responde corretamente («não temos essa obrigação»). Justifica, com clareza e precisão, que não tenhamos a obrigação indicada. Estrutura adequadamente os conteúdos relevantes. 18 19 20 20
4 Responde corretamente («não temos essa obrigação »). Justifica, com algumas imprecisões, que não tenhamos a obrigação indicada. Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação dos conteúdos relevantes. 14 15 16 16
3 Responde corretamente («não temos essa obrigação»). Justifica, parcialmente ou com imprecisões, que não tenhamos a obrigação indicada. Apresenta a resposta com falhas na seleção e na estruturação dos conteúdos relevantes. 10 11 12 12
2 Responde incorretamente («temos essa obrigação»), ou não responde. Apresenta, com imprecisões, aspetos da ética utilitarista de Mill relevantes para a compreensão da razão de não termos a obrigação indicada. Apresenta conteúdos irrelevantes ou incorretos, mas que não contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados. 6 7 8 8
1 Responde incorretamente («temos essa obrigação»), ou não responde. Refere corretamente aspetos da ética utilitarista de Mill, mas os aspetos referidos são irrelevantes para a compreensão da razão de não termos a obrigação indicada. Apresenta conteúdos irrelevantes e incorretos, mas que não contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados. OU Apenas responde corretamente («não temos essa obrigação»). 2 3 4 4
Nota – Caso a resposta seja apenas «Não», a classificação a atribuir deve ser 2 pontos.
Matéria Associada
Ética; Utilitarismo; Mill; Princípio de Utilidade; Imparcialidade
Resumo Pedagógico
Treine a aplicação do Princípio de Utilidade de Mill, focando na exigência de imparcialidade e na justificação para não priorizar a felicidade de familiares ou amigos.

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