História B (11.º Ano): Centralidade Atlântica do Comércio Português (2021)

Analisa as razões da centralidade atlântica do comércio português em meados do séc. XVII, com base no exame de História B 2021 (2.ª Fase).

História B11.º AnoComércio PortuguêsSéculo XVIICentralidade AtlânticaRivalidade HolandesaComércio TriangularExames Nacionais 2021
Informações do Exame

Ano Escolar: 11º Ano

Disciplina: História B (723)

Ano: 2021

Fase: 2.ª Fase

Pergunta nº: 1

Exame: Abrir PDF

Critérios de Classificação: Abrir PDF

Pergunta (1)
Explicite duas razões da centralidade atlântica do comércio português em meados do século XVII.
Fundamente as duas razões com excertos relevantes do documento.
Critério de Classificação
Tópicos de resposta: • rivalidade holandesa pelo controlo das rotas do comércio triangular (OU ocupação holandesa do nordeste brasileiro OU intensificação do corso holandês sobre a frota mercante portuguesa), tendo em conta os lucros obtidos com o comércio do açúcar (OU com o tráfico negreiro): «trazendo [...] em suas armadas, defendido dos holandeses, o que eles nos tomavam» OU «restaurar Pernambuco»; • rentabilidade financeira para a Coroa dos produtos coloniais trazidos através das rotas atlânticas (OU do comércio triangular), como o açúcar brasileiro: «a Companhia Ocidental [...] foi trazendo sempre do Brasil o que bastou para sustentar a guerra de Castela, conservar o reino» OU «a Companhia Ocidental [...] foi trazendo sempre do Brasil o que bastou para [...] acudir com prontos e grandes cabedais às ocorrências de maior importância»; • decréscimo (OU prejuízo) do tráfego comercial português a partir do Oriente em resultado da concorrência de outras potências europeias (OU da Holanda OU da Inglaterra), através de companhias monopolistas: «se juntamente se aceitara e fizera a Companhia Oriental, não chegara a Índia ao estado em que hoje a temos»; • proximidade geográfica dos entrepostos comerciais atlânticos aos mercados consumidores europeus, permitindo diminuir os custos de transporte OU aumentar a competitividade face aos holandeses: ««tendo nós no Brasil as ditas drogas, e sendo a condução delas tanto mais breve e mais fácil, as podíamos dar muito mais baratas que os holandeses». A classificação final da resposta resulta da soma das pontuações atribuídas em cada um dos parâmetros seguintes: A - Conteúdos 10 pontos B- Documentos 6 pontos C- Comunicação 2 pontos
Parâmetros Níveis Descritores de desempenho Pontuação
A- Conteúdos 4 • Explicita, de forma completa, duas razões da centralidade atlântica do comércio português em meados do século XVII. 10
3 • Explicita, de forma completa, uma das razões solicitadas e, de forma incompleta, uma outra razão. 8
2 • Explicita, de forma completa, uma das razões solicitadas. OU • Explicita, de forma incompleta, as duas razões solicitadas. 5
1 • Explicita, de forma incompleta, uma das razões solicitadas. 3
B- Documentos 2 • Integra excertos relevantes do documento para fundamentar as duas razões solicitadas, podendo apresentar falhas pontuais. 6
1 • Integra excertos relevantes do documento para fundamentar uma das razões solicitadas, podendo apresentar falhas pontuais. OU • Integra, com falhas, excertos relevantes do documento para fundamentar as duas razões solicitadas. 3
C - Comunicação 2 • Utiliza, de forma globalmente adequada, a terminologia específica da disciplina. • Apresenta um discurso globalmente articulado, podendo apresentar falhas que não comprometam a sua clareza. 2
1 • Utiliza a terminologia específica da disciplina com imprecisões. E/OU • Apresenta um discurso com eventuais falhas que comprometem parcialmente a sua clareza. 1
Nota - Qualquer resposta que não atinja o nível 1 de desempenho no parâmetro (A) Conteúdos é classificada com zero pontos nos restantes parâmetros.
Matéria Associada
Comércio Atlântico; Rivalidade Holandesa; Rentabilidade Colonial; Companhias Monopolistas; Rotas Comerciais
Resumo Pedagógico
Treina a justificação das razões da centralidade do comércio atlântico português no séc. XVII, fundamentando com excertos documentais.

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