Economia A (712): Globalização e IDE - Exame 2010 (2.ª Fase)

Análise do Investimento Direto Estrangeiro (IDE) em Portugal, comparando 1990-1995 com 1996-2002, com foco nos setores de atividade.

Investimento Direto EstrangeiroIDEPortugalGlobalizaçãoID Estrangeiro em PortugalID Portugal no ExteriorSetores de AtividadeEconomia AExame 2010
Informações do Exame

Ano Escolar: 11º Ano

Disciplina: Economia A (712)

Ano: 2010

Fase: 2.ª Fase

Pergunta nº: 19

Exame: Abrir PDF

Critérios de Classificação: Abrir PDF

Pergunta (19)
GRUPO II

Documento 1
No contexto do processo crescente de globalização mundial, a intensificação da internacionalização da economia portuguesa traduziu-se, a partir da segunda metade da década de 90 do século XX e do início da década de 2000, numa alteração qualitativa do posicionamento de Portugal nos fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE).
De tradicional receptor de investimento estrangeiro, Portugal, entre 1998 e 2001, tornou-se investidor líquido no exterior.
Essa importância crescente, na economia portuguesa, do Investimento Directo de Portugal no Exterior é visível pelo seu peso em percentagem do PIB.
Documento 2
Investimento Directo Estrangeiro
(10⁶ euros)
1990 / 19951996 / 2002
IDE (a)–6 374+2 949
- de Portugal no Exterior1 82028 768
- do Exterior em Portugal8 19425 819
Investimento Directo de Portugal no Exterior em % do PIB0,53,8

(a) Valores líquidos:
(-) importador líquido de capitais;
(+) exportador líquido de capitais.
Documento 3
Investimento Directo de Portugal no Exterior, por sector de actividade da empresa investidora
1996 / 2002
10⁶ eurosem %
Agricultura, Silvicultura e Pescas230,1
Indústria Transformadora1 0583,7
Produção e distribuição de electricidade, gás e água8452,9
Construção2060,7
Serviços26 35591,6
Outras actividades3021,1

Maria Arménia Claro et al.
, «O Investimento de Portugal no Exterior - Fluxos e Destinos», Prospectiva e Planeamento n.
º 9, 2003 (adaptado)

1.
Explique, com base nos documentos apresentados, o comportamento do Investimento Directo Estrangeiro, relativo a Portugal, no período de 1990 a 2002, tendo em atenção:
– a evolução do Investimento Directo Estrangeiro, de 1990 a 2002;
– o Investimento Directo Estrangeiro de Portugal no Exterior, por sectores de actividade (de 1996 a 2002).
Critério de Classificação
1. ........................................................................................................................................ 20 pontos Descritores do nível de desempenho no domínio específico da disciplina Níveis 5: Na resposta é explicado o comportamento do Investimento Directo Estrangeiro relativo a Portugal, no período de 1990 a 2002, sendo referidos, de forma correcta¹, os seguintes aspectos, ou outros considerados equivalentes: • em termos quantitativos, os fluxos de IDE tiveram um crescimento muito significativo no período considerado, tanto a nível de ID de Portugal no Exterior, como do Exterior em Portugal (por exemplo, os fluxos de ID de Portugal no Exterior passaram de 0,5% do PIB, no período de 1990/1995, para 3,8%, no período de 1996/2002); • no período considerado, assistiu-se a uma alteração qualitativa do posicionamento de Portugal no que respeita ao IDE. De facto, entre 1990 e 1995, Portugal era um receptor líquido de investimento estrangeiro (6374 milhões de euros); no período seguinte, de 1996 a 2002, Portugal passou a ser um investidor líquido no Exterior (2949 milhões de euros); • por sectores de actividade, o ID de Portugal no Exterior concentrava-se no sector dos Serviços (representava 91,6% do total, no período de 1996 a 2002); • o ID de Portugal no Exterior na Indústria era, no período referido, bastante reduzido quando comparado com o sector dos Serviços (3,7% na Indústria Transformadora, 2,9% na Produção e distribuição de electricidade, gás e água e 0,7% na Construção). ¹ Considera-se que os aspectos em causa são referidos de forma correcta quando cada aspecto: – está completo em termos de conteúdo relevante para o item; – se articula, de forma coerente, com os dados fornecidos pelos documentos apresentados no enunciado do item; – evidencia uma utilização adequada da terminologia económica. Níveis 4: A resposta contempla, de forma menos correcta, os quatro aspectos referidos no nível 5, ou outros considerados equivalentes. OU A resposta apenas contempla, de forma correcta, três dos quatro aspectos referidos no nível 5, ou outros considerados equivalentes. (Pontuações: 14, 15, 16) Níveis 3: A resposta apenas contempla, de forma menos correcta, três dos quatro aspectos referidos no nível 5, ou outros considerados equivalentes. OU A resposta apenas contempla, de forma correcta, dois dos quatro aspectos referidos no nível 5, ou outros considerados equivalentes. (Pontuações: 10, 11, 12) Níveis 2: A resposta apenas contempla, de forma menos correcta, dois dos quatro aspectos referidos no nível 5, ou outros considerados equivalentes. OU A resposta apenas contempla, de forma correcta, um dos quatro aspectos referidos no nível 5, ou outro considerado equivalente. (Pontuações: 6, 7, 8) Níveis 1: A resposta apenas contempla, de forma menos correcta, um dos quatro aspectos referidos no nível 5, ou outro considerado equivalente. (Pontuações: 2, 3, 4)
Matéria Associada
Investimento Direto Estrangeiro; Fluxos de IDE; Portugal na Globalização; Análise Setorial de Investimento
Resumo Pedagógico
Treine a interpretação de dados e a explicação da evolução do Investimento Direto Estrangeiro (IDE) em Portugal entre 1990 e 2002, identificando a mudança de postura e a distribuição setorial dos investimentos.

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