Análise 1820: Liberalismo, Colônias e Revolução - História B 11º Ano Exame

Exercício de História B (2012, 2ª Fase) sobre a implantação do Liberalismo em Portugal e os fatores do descontentamento de 1820, com análise de documentos.

Revolução de 1820Implantação do LiberalismoHistória BExame 2012D. João VIRelações Comerciais BrasilJunta Provisional do Governo Supremo
Informações do Exame

Ano Escolar: 11º Ano

Disciplina: História B (723)

Ano: 2012

Fase: 2.ª Fase

Pergunta nº: 1

Exame: Abrir PDF

Critérios de Classificação: Abrir PDF

Pergunta (1)
GRUPO I - A IMPLANTAÇÃO DO LIBERALISMO EM PORTUGAL NO QUADRO EUROPEU

Este grupo baseia-se na análise dos seguintes documentos:

Doc.
1 – Relações comerciais entre Portugal e as colónias (1807-1819)
Doc.
2 – Manifesto da Nação Portuguesa aos Soberanos e Povos da Europa da Junta Provisional do Governo Supremo da Nação (15 de dezembro de 1820)
Doc.
3 – D.
Pedro e D.
Miguel – caricatura no jornal francês La Caricature (julho de 1833)

Documento 1
Relações comerciais entre Portugal e as colónias (1807-1819)
(Em contos de réis)
ANOSImportaçõesExportações
TOTAISDo BrasilTOTAISPara o Brasil
180716 96913 92810 3486953
18095858481939113438
18115304363334802772
18137279479642753587
181513 020905911 0088234
181711 150830911 2818586
181910 413751781566546

Documento 2
Manifesto da Nação Portuguesa aos Soberanos e Povos da Europa da Junta Provisional do Governo Supremo da Nação (15 de dezembro de 1820)
Toda a Europa sabe as extraordinárias circunstâncias que, no ano de 1807, forçaram o Senhor D.
João VI, então Príncipe Regente de Portugal, a passar com a Sua Real Família aos seus domínios transatlânticos [.
.
.
].
A ruína da sua povoação, começada pela emigração dos habitantes, que seguiram o seu Príncipe, [.
.
.
] aumentou-se pelas duas funestas invasões de 1809 e 1810, e pelas perdas inevitáveis de uma dilatada e porfiosa guerra de sete anos.
[.
.
.
] Em meio de tantas desgraças, que [.
.
.
] oprimiram os Portugueses em progressivo crescimento, ainda de vez em quando se avivava em seus corações algum lume de esperança de que o Rei viria ao meio deles ouvir suas queixas, e dar o possível remédio a males tão rezados e opressivos.
[.
.
.
] Ela, porém, foi-se desvanecendo pouco a pouco [.
.
.
].
Nem a força das armas, nem os hábitos inveterados, nem o decurso dos tempos podem jamais despojar a Nação da faculdade, e invariável direito, que sempre conserva, de [.
.
.
] melhorar a forma do seu Governo, de prescrever-lhe justos limites e de fazê-lo útil aos governados.
A própria Nação inteira, se em massa pudesse exercitar os poderes do Governo, não os teria ilimitados [.
.
.
].
Eis aqui, pois, os verdadeiros princípios que dirigiram os Portugueses [.
.
.
] para darem a esse Trono as bases sólidas da Justiça e da Lei [.
.
.
].
Foram estes os votos de todos os Portugueses, quando proclamaram a necessidade de uma Constituição, de uma Lei fundamental, que regulasse os limites do Poder e da Obediência, que afiançasse para o futuro os direitos e a felicidade do Povo.


1.
Explicite, com base nos documentos 1 e 2, três dos fatores que justificam o descontentamento que conduziu à revolução portuguesa de 1820.
Critério de Classificação
• Apresentação genérica de aspetos referidos no nível 5.
• Incipiente interpretação dos documentos, por referência ao solicitado.
• Utilização pouco rigorosa da terminologia específica da disciplina.
Descritores do nível de desempenho no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa:
Nível 1Nível 2Nível 3
7910
Matéria Associada
Revolução Liberal de 1820; Crise do Antigo Regime; Relações Económicas Portugal-Brasil; Contexto Europeu do Liberalismo
Resumo Pedagógico
Treina a identificação dos fatores do descontentamento que motivaram a Revolução Liberal de 1820 através da análise de dados comerciais e documentos oficiais.

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