Filosofia 11.º Ano: Causalidade em Hume (Exame 2017, 2.ª Fase)

Análise e resolução da questão sobre a crítica de David Hume à noção de conexão necessária na causalidade (Exame Nacional de Filosofia 2017).

FilosofiaHumeCausalidadeConjunções ConstantesConexão NecessáriaEmpirismo CéticoExame Nacional 201711.º Ano
Informações do Exame

Ano Escolar: 11º Ano

Disciplina: Filosofia (714)

Ano: 2017

Fase: 2.ª Fase

Pergunta nº: 4.2.2

Exame: Abrir PDF

Critérios de Classificação: Abrir PDF

Pergunta (4.2.2)
Leia o texto seguinte.
O senhor Hume tem defendido que só temos esta noção de causa:
algo que é anterior ao efeito e que, de acordo com a experiência, foi seguido constantemente pelo efeito.
[.
.
.
] Seguir-se-ia desta definição de causa que a noite é a causa do dia e o dia a causa da noite.
Pois, desde o começo do mundo, não houve coisas que se tenham sucedido mais constantemente.
[.
.
.
] Seguir-se-ia [também] desta definição que tudo o que seja singular na sua natureza, ou que seja a primeira coisa do seu género, não pode ter uma causa.
De acordo com Hume, a observação de conjunções constantes de acontecimentos não justifica racionalmente a crença de que há relações causais na natureza.
Porquê?
Critério de Classificação
A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes.
Explicação de que a observação de conjunções constantes não justifica racionalmente a crença de que há relações causais na natureza:
– para haver relações causais na natureza, teria de haver conexão necessária entre os acontecimentos;
– a observação de conjunções constantes de acontecimentos não mostra que um acontecimento tenha de acontecer caso outro também aconteça (a observação / a experiência não mostra que existem conexões necessárias entre os acontecimentos);
– a ideia de conexão necessária é apenas um hábito, que consiste numa mera disposição mental, não estando racionalmente justificada.
NíveisDescritores de desempenho no domínio específico da disciplinaNíveis* escrita em língua portuguesa
123
4Explica, com clareza e precisão, que a observação de conjunções constantes não justifica racionalmente a crença de que há relações causais na natureza. Estrutura adequadamente os conteúdos relevantes.181920
3Explica, com imprecisões, que a observação de conjunções constantes não justifica racionalmente a crença de que há relações causais na natureza. Apresenta a resposta com falhas na seleção e na estruturação dos conteúdos relevantes.131415
2Explica, parcialmente e com imprecisões, que a observação de conjunções constantes não justifica racionalmente a crença de que há relações causais na natureza. Apresenta a resposta com falhas na seleção e na estruturação dos conteúdos relevantes.
OU
Explica como se forma a ideia de que há conexões necessárias entre acontecimentos, mas não explica que a observação de conjunções constantes não justifica racionalmente a crença de que há relações causais na natureza. Apresenta a resposta com falhas na seleção e na estruturação dos conteúdos relevantes.
8910
1Apresenta corretamente um ou mais aspetos do empirismo cético de Hume, mas sem explicar a razão de a observação de conjunções constantes de acontecimentos não justificar racionalmente a crença de que há relações causais na natureza. Apresenta conteúdos irrelevantes e incorretos, mas que não contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.345
Matéria Associada
Empirismo; Causalidade; Crítica Humeana
Resumo Pedagógico
Treine a justificação da crítica de Hume à causalidade, focando na ausência de conexão necessária observável e na justificação pela crença.

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