Acede ao enunciado, aos critérios de correção e aos recursos de apoio do exame de Economia A (712) (712), do 11.º ano 2026, realizado a 16 de junho de 2026. Consulta os documentos oficiais do IAVE e revê os critérios de classificação.
Aqui tens o enunciado completo deste exame, bem como os critérios de correção oficiais publicados pelo IAVE. Estes documentos são essenciais para rever respostas, compreender a pontuação atribuída em cada questão e perceber melhor como é feita a classificação da prova.
Além do enunciado e dos critérios de classificação, podes também consultar uma proposta de resolução do exame, gerada com apoio de inteligência artificial, para te ajudar a comparar as tuas respostas e a perceber melhor o raciocínio esperado em cada exercício.
Disponibilizamos ainda um simulador de nota, onde podes estimar a tua classificação aproximada no exame. Esta ferramenta é especialmente útil para perceberes o teu desempenho, avaliares o possível impacto na tua média final e preparares, se necessário, a 2.ª fase.
O enunciado, os critérios de correção e a resolução do exame são também recursos valiosos para quem está a estudar e a preparar testes ou exames futuros. Ajudam-te a conhecer o formato da prova, o nível de dificuldade esperado e os aspetos mais valorizados na avaliação.
Recorda-te que a resolução apresentada é orientativa e não substitui os critérios oficiais do IAVE. A nota calculada pelo simulador é apenas uma estimativa, podendo variar sobretudo nas questões de resposta aberta.
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A opção (C) está correta porque o pagamento do autocarro pela câmara municipal é uma saída de dinheiro, representando um fluxo monetário. A entrega do autocarro pela empresa à câmara municipal é a transferência de um bem, constituindo um fluxo real.
⚠ Erro comum: Confundir fluxo real (movimento de bens e serviços) com fluxo monetário (movimento de dinheiro) ou atribuir o tipo de fluxo incorretamente a cada parte da transação.
A opção (D) está correta. A ampliação das instalações fabris (II) representa um investimento de aumento da capacidade produtiva. O desenvolvimento de soluções de inteligência artificial (IA) para melhorar a qualidade dos serviços (I) é um investimento de inovação.
⚠ Erro comum: Confundir os tipos de investimento, como investimento de substituição, de inovação ou de aumento da capacidade produtiva.
A questão exige a análise do impacto de uma tarifa na economia, focando-se na produção nacional e nas receitas do Estado. É crucial identificar as quantidades e os valores monetários corretos a partir do gráfico e do texto para demonstrar o efeito da tarifa.
⚠ Erro comum: Não utilizar os valores específicos do gráfico e do texto, ou não relacionar corretamente a tarifa com o aumento da produção nacional e a receita orçamental. Erros de cálculo ou de interpretação das quantidades transacionadas após a tarifa também são comuns.
A opção (D) está correta. Ao analisar os pontos no Gráfico 2, verifica-se que para cada aumento consecutivo de 100 unidades do bem W, a quantidade sacrificada do bem Z é cada vez maior (ex: de P para G, sacrifica 2 unidades de Z; de G para K, sacrifica 3 unidades de Z; de K para F, sacrifica 5 unidades de Z). Isso indica um custo de oportunidade crescente.
⚠ Erro comum: Não calcular corretamente o custo de oportunidade entre os pontos ou não identificar a tendência crescente/constante/decrescente do custo de oportunidade.
A opção (A) está correta. Para o ponto F (W=400, Z=100), o valor da produção é (400*400) + (100*700) = 160000 + 70000 = 230000. Para o ponto T (W=500, Z=90), o valor da produção é (500*400) + (90*700) = 200000 + 63000 = 263000. Assim, o valor da produção em F é inferior ao valor da produção em T. O custo total de produção é o mesmo em todos os pontos da curva de possibilidades de produção, pois a empresa utiliza a totalidade dos seus fatores de produção (11000 horas de trabalho e 7 máquinas), e os custos por fator são constantes.
⚠ Erro comum: Calcular incorretamente o valor da produção para cada ponto ou não reconhecer que o custo total de produção é constante ao longo da curva de possibilidades de produção, dado que os fatores são totalmente utilizados e os custos unitários são fixos.
A opção (C) está correta. Os salários recebidos por residentes em Portugal que trabalham para empresas no resto do mundo são considerados rendimentos primários (remunerações de empregados) e são registados a crédito na balança de rendimento primário, pois representam uma entrada de rendimento para o país.
⚠ Erro comum: Confundir a balança de rendimento primário com outras balanças (capital, rendimento secundário, serviços) ou com o débito/crédito.
A questão exige a aplicação da Lei de Engel, que estabelece uma relação inversa entre o rendimento e a proporção da despesa em bens alimentares. Um menor peso da despesa em alimentação no orçamento familiar sugere um rendimento mais elevado.
⚠ Erro comum: Não relacionar corretamente o coeficiente orçamental em produtos alimentares com o rendimento disponível, ou não invocar a Lei de Engel para justificar a relação.
A questão testa o conhecimento de conceitos económicos como despesa média anual em consumo, tipos de consumo (final, intermédio), tipos de necessidades (primária, supérflua, terciária) e objetivos da ação do Estado (equidade, eficácia, estabilidade). A correta associação depende da compreensão de cada conceito no contexto dado.
⚠ Erro comum: Confundir os tipos de despesa, consumo, necessidades ou objetivos da ação estatal.
A opção (B) está correta. A taxa de variação média anual do IPC foi positiva em todos os anos (1,27% em 2021, 7,83% em 2022, 4,31% em 2023 e 2,42% em 2024), o que significa que o nível médio de preços aumentou consecutivamente no período de 2021 a 2024.
⚠ Erro comum: Confundir 'aumento consecutivo do nível médio de preços' com 'aumento consecutivo da taxa de variação do IPC'. Uma taxa de variação positiva, mesmo que decrescente, ainda indica um aumento do nível de preços.
A opção (B) está correta. Para calcular o IPC de 2021 com base em 2023 (IPC=100), precisamos das taxas de variação. IPC_2023 = IPC_2022 * (1 + 0,0431) e IPC_2022 = IPC_2021 * (1 + 0,0783). Se IPC_2023 = 100, então IPC_2022 = 100 / (1 + 0,0431) ? 95,868. E IPC_2021 = IPC_2022 / (1 + 0,0783) ? 95,868 / (1 + 0,0783) ? 88,906. Arredondado às centésimas, 88,91.
⚠ Erro comum: Erros de cálculo ao trabalhar com taxas de variação e índices, especialmente ao retroceder no tempo ou ao usar o ano base incorretamente. Não arredondar corretamente às centésimas.
A questão exige a proposição de medidas de política económica e social e a justificação do seu impacto na redução das desigualdades. É fundamental que a explicação demonstre a ligação causal entre a medida e a redução das desigualdades, focando no acesso à habitação.
⚠ Erro comum: Propor medidas sem explicar de forma clara e completa como elas contribuem para a redução das desigualdades, ou apresentar apenas uma medida em vez das duas solicitadas.
A opção (A) está correta. A taxa de cobertura é (Exportações / Importações) * 100. Em 2025, as exportações aumentaram 1,5%. Se as importações aumentassem mais de 1,5%, o denominador cresceria mais rapidamente que o numerador, resultando numa diminuição da taxa de cobertura. As outras opções estão incorretas porque, por exemplo, em (B), se as importações diminuíssem 2,0% e as exportações diminuíssem 2,0%, a taxa de cobertura manter-se-ia inalterada, não aumentaria.
⚠ Erro comum: Não compreender a relação entre as taxas de variação das exportações e importações e o impacto na taxa de cobertura. Erros na interpretação de 'aumentar mais de' ou 'diminuir'.
A opção (B) está correta. O número de indivíduos ativos é a soma dos empregados e dos desempregados. No 2.º T de 2025, o número de empregados é 5036,5 milhares e o número de desempregados é 329,4 milhares. Assim, o número de ativos é 5036,5 + 329,4 = 5365,9 milhares. A opção (B) indica 5577,6 milhares, o que não corresponde ao cálculo. No entanto, a chave oficial indica (B). Reavaliando: o número de empregados é 5036,5. O número de desempregados é 329,4. Ativos = Empregados + Desempregados = 5036,5 + 329,4 = 5365,9. A opção (B) está incorreta com base nos dados fornecidos. Há uma discrepância entre o cálculo e a chave oficial. Assumindo que a chave oficial é a correta, a explicação deve ser ajustada se houver dados adicionais não fornecidos no excerto que justifiquem 5577,6. Sem essa informação, a chave oficial parece estar em conflito com os dados apresentados.
⚠ Erro comum: Erros de cálculo ou de interpretação dos fluxos e stocks do mercado de trabalho. Não somar corretamente os componentes para obter o total de ativos ou inativos.
⚠ Aviso IA: A chave oficial (B) para a Versão 1 não parece corresponder aos cálculos diretos com os dados fornecidos no enunciado (5036,5 + 329,4 = 5365,9). A explicação pedagógica foi adaptada para refletir esta discrepância, mas a resposta oficial foi mantida.
A opção (D) está correta. O Saldo dos Rendimentos Primários com o Resto do Mundo (SRRM) é calculado como RNBpm - PIBpm. Em 1993, SRRM = 76654,0 - 76065,1 = 588,9 (superavitário). Em 2013, SRRM = 168218,0 - 170675,6 = -2457,6 (deficitário).
⚠ Erro comum: Não saber a fórmula do SRRM (RNBpm - PIBpm) ou cometer erros de cálculo.
A opção (A) está correta. O PIBpm pode ser calculado como a soma das remunerações dos assalariados, o excedente bruto de exploração/rendimento misto bruto e os impostos líquidos de subsídios sobre a produção e importação. Assim, Impostos líquidos = PIBpm - Remunerações dos assalariados - Excedente bruto de exploração/Rendimento misto bruto. Para 2023: Impostos líquidos = 267923,2 - 126231,1 - 106212,0 = 35480,1 milhões de euros.
⚠ Erro comum: Não saber a fórmula de cálculo do PIBpm pela ótica do rendimento ou cometer erros de cálculo.
A questão exige a análise de gráficos de oferta e procura para identificar as afirmações que descrevem corretamente as alterações no mercado. É fundamental compreender como os choques na oferta e na procura afetam o preço e a quantidade de equilíbrio, bem como os conceitos de excesso de procura/oferta.
⚠ Erro comum: Confundir deslocamentos da curva de oferta/procura com movimentos ao longo da curva, ou interpretar incorretamente os efeitos de choques na oferta/procura sobre o equilíbrio de mercado.
A questão foca-se na equidade dos impostos. O IVA é um imposto indireto e regressivo em termos de rendimento, enquanto o IRS é um imposto direto e progressivo, o que o torna mais equitativo.
⚠ Erro comum: Não distinguir claramente a natureza regressiva do IVA (em relação ao rendimento) da natureza progressiva do IRS, ou não relacionar estas características com o conceito de equidade.
A opção (C) está correta. O IVA e o IRS são impostos, e os impostos são classificados como receitas correntes do Estado. A venda de património do Estado (como prédios rústicos e urbanos) é uma receita de capital, pois envolve a alienação de ativos.
⚠ Erro comum: Confundir receitas correntes (recorrentes, como impostos) com receitas de capital (não recorrentes, como venda de ativos).
A questão requer o cálculo do VAB e, posteriormente, do VAB por trabalhador. É essencial seguir os passos corretos: primeiro, calcular a produção total; segundo, subtrair o consumo intermédio para obter o VAB; e, por fim, dividir o VAB pelo número de trabalhadores. A apresentação das fórmulas e o arredondamento correto são cruciais.
⚠ Erro comum: Erros de cálculo, não apresentar as fórmulas, não somar corretamente todos os componentes da produção, ou não arredondar o resultado final conforme solicitado. Não identificar a unidade de medida correta.
A opção (B) está correta. Os critérios de convergência nominal de Maastricht exigem que a taxa de inflação não exceda em mais de 1,5 pontos percentuais a média dos três Estados-Membros com melhor desempenho em termos de estabilidade de preços. Assim, o limite para a inflação é 1,2% + 1,5% = 2,7%. A taxa de juro nominal de longo prazo não deve exceder em mais de 2 pontos percentuais a média dos três Estados-Membros com melhor desempenho. Assim, o limite para a taxa de juro é 2,6% + 2% = 4,6%. A opção (B) (inflação de 2,5% e juro de 4,3%) cumpre ambos os critérios.
⚠ Erro comum: Não conhecer os critérios de convergência nominal de Maastricht ou aplicar incorretamente os limites percentuais (1,5 p.p. para inflação e 2 p.p. para juros).
A questão exige a análise da evolução do RDP em termos nominais e reais. É crucial identificar a componente que mais contribuiu para o aumento nominal do RDP e, em seguida, comparar o crescimento nominal do RDP com a taxa de inflação (IPC) para determinar a evolução real (poder de compra).
⚠ Erro comum: Não identificar a componente mais relevante para o aumento do RDP nominal, ou não comparar corretamente a taxa de variação nominal do RDP com a taxa de variação do IPC para inferir a evolução real do poder de compra.
A opção (C) está correta. Observando o Gráfico 5, a região da Madeira tem uma taxa de risco de pobreza de aproximadamente 24%, enquanto o Algarve tem cerca de 16% e o Norte cerca de 14%. Assim, a taxa da Madeira é superior à do Algarve e do Norte.
⚠ Erro comum: Erros na leitura dos valores do gráfico ou na comparação entre as regiões para a taxa de risco de pobreza e o S80/S20.
Introduz a pontuação obtida em cada questão. Nos itens opcionais, contam apenas os 4 melhores.
Nota estimada. Pode variar sobretudo nas questões de resposta aberta.
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