Acede ao enunciado, aos critérios de correção e aos recursos de apoio do exame de Geografia A (719) (719), do 11.º ano 2026, realizado a 19 de junho de 2026. Consulta os documentos oficiais do IAVE e revê os critérios de classificação.
Aqui tens o enunciado completo deste exame, bem como os critérios de correção oficiais publicados pelo IAVE. Estes documentos são essenciais para rever respostas, compreender a pontuação atribuída em cada questão e perceber melhor como é feita a classificação da prova.
Além do enunciado e dos critérios de classificação, podes também consultar uma proposta de resolução do exame, gerada com apoio de inteligência artificial, para te ajudar a comparar as tuas respostas e a perceber melhor o raciocínio esperado em cada exercício.
Disponibilizamos ainda um simulador de nota, onde podes estimar a tua classificação aproximada no exame. Esta ferramenta é especialmente útil para perceberes o teu desempenho, avaliares o possível impacto na tua média final e preparares, se necessário, a 2.ª fase.
O enunciado, os critérios de correção e a resolução do exame são também recursos valiosos para quem está a estudar e a preparar testes ou exames futuros. Ajudam-te a conhecer o formato da prova, o nível de dificuldade esperado e os aspetos mais valorizados na avaliação.
Recorda-te que a resolução apresentada é orientativa e não substitui os critérios oficiais do IAVE. A nota calculada pelo simulador é apenas uma estimativa, podendo variar sobretudo nas questões de resposta aberta.
Descarregar Enunciado
Descarregar Critérios
A resposta correta é a opção B, conforme indicado nos critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão avalia a capacidade de interpretação de gráficos sobre o crescimento populacional.
⚠ Erro comum: Selecionar uma opção que não corresponde aos dados apresentados na Figura 1A, confundindo o ano de maior ganho com o de maior perda populacional ou vice-versa.
A resposta correta é a opção A, de acordo com os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige a análise conjunta do crescimento efetivo, saldo natural e saldo migratório na Figura 1A para compreender a dinâmica populacional a partir de 2018.
⚠ Erro comum: Confundir os conceitos de saldo natural (natalidade vs. mortalidade) e saldo migratório (imigração vs. emigração) ou não conseguir relacioná-los com o crescimento efetivo.
A resposta correta é a opção C, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão requer a análise combinada das Figuras 1A e 1B para inferir tendências demográficas.
⚠ Erro comum: Não conseguir relacionar a informação das duas figuras ou confundir os indicadores demográficos (taxa de natalidade, índice de envelhecimento, taxa de fecundidade, esperança de vida).
A questão exige que o aluno proponha uma medida para manter a tendência de crescimento efetivo e explique o seu impacto. A pontuação varia de 2 a 8 pontos, dependendo da adequação da explicação e da clareza da medida apresentada.
⚠ Erro comum: Apresentar apenas a medida sem a devida explicação de como esta contribui para o crescimento efetivo, ou apresentar uma explicação inadequada ou pouco clara.
A resposta correta é a opção C, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão testa o conhecimento sobre a hierarquia das unidades funcionais urbanas.
⚠ Erro comum: Confundir unidades funcionais de nível superior com as de nível inferior, ou não identificar corretamente os exemplos dados na Figura 2.
A resposta correta é a opção A, de acordo com os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. A revitalização do tecido urbano, especialmente em áreas históricas, visa a preservação do património.
⚠ Erro comum: Confundir os objetivos da reabilitação urbana com efeitos secundários ou negativos, como a gentrificação, ou com medidas que não são o foco principal da revitalização.
A resposta correta é a opção B, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão avalia o conhecimento sobre os benefícios ambientais dos espaços verdes em contexto urbano.
⚠ Erro comum: Confundir os benefícios dos espaços verdes com efeitos negativos (como o aumento do efeito de ilha de calor) ou com características que não são diretamente vantajosas (como o aumento do uso de mobiliário urbano).
A resposta correta é a opção C, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige a interpretação da Figura 3 para identificar os principais polos de dinamismo territorial.
⚠ Erro comum: Não conseguir identificar os centros urbanos com maior número de fluxos de população empregada ou estudante, ou confundir a direção dos fluxos.
A questão requer a apresentação de uma estratégia para fortalecer as relações interurbanas e a explicação do seu efeito. A pontuação varia de 2 a 8 pontos, dependendo da adequação da estratégia e da clareza da explicação.
⚠ Erro comum: Apresentar uma estratégia sem explicar o seu efeito, ou apresentar uma explicação inadequada ou pouco clara sobre como a estratégia fortalece as relações interurbanas.
A resposta correta é a opção D, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige a leitura e interpretação direta dos dados apresentados na Figura 4.
⚠ Erro comum: Não conseguir identificar corretamente os valores de produção total de energia elétrica para cada bacia hidrográfica na Figura 4.
A resposta correta é a opção A, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. A produção de energia hidroelétrica é influenciada pela capacidade instalada das barragens e pela disponibilidade de água, que depende da precipitação.
⚠ Erro comum: Confundir os fatores que influenciam a produção hidroelétrica, como a densidade da rede hidrográfica ou a orientação dos vales, que são menos diretos do que a potência instalada e a precipitação.
A resposta correta é a opção B, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige o conhecimento sobre os padrões climáticos e a sua influência na produção hidroelétrica.
⚠ Erro comum: Confundir os tipos de situações meteorológicas (anticiclónicas vs. depressionárias) e a sua relação com a precipitação, ou não conseguir associar a variabilidade da produção hidroelétrica a esses padrões climáticos.
A questão exige a explicação da importância da Convenção de Albufeira, relacionando-a com uma característica hidrológica específica da região do Alentejo. A pontuação varia de 2 a 8 pontos, dependendo da adequação da explicação e da clareza da relação estabelecida.
⚠ Erro comum: Referir apenas uma característica hidrológica sem explicar a importância da Convenção, ou apresentar uma explicação genérica que não estabelece uma ligação clara com a gestão da água no Alqueva.
A questão exige que o aluno tome uma posição clara (a favor ou contra) sobre a produção de energia nuclear em Portugal e a fundamente com dois argumentos, um económico e um ambiental. A qualidade da argumentação e a utilização de linguagem científica são cruciais para a pontuação.
⚠ Erro comum: Não tomar uma posição clara, apresentar apenas um argumento, não distinguir entre argumentos económicos e ambientais, ou apresentar argumentos pouco desenvolvidos ou cientificamente incorretos. Falhas na linguagem científica também penalizam.
A resposta correta é a opção D, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. A vinha é uma cultura permanente, pois ocupa o solo por vários anos.
⚠ Erro comum: Confundir a vinha com culturas temporárias ou outras classificações agrícolas.
A resposta correta é a opção B, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige a interpretação dos dados da Figura 5 sobre a variação da área de vinha por região agrária.
⚠ Erro comum: Não conseguir comparar corretamente a área de vinha entre 1989 e 2019 para as diferentes regiões agrárias, ou confundir aumento com redução.
A resposta correta é a opção A, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige o conhecimento sobre as dinâmicas agrícolas regionais em Portugal.
⚠ Erro comum: Não conhecer as tendências de especialização agrícola na região do Ribatejo e Oeste, ou confundir as razões para a variação da área de vinha com outros fatores não relacionados.
A questão exige que o aluno identifique uma medida da Política Agrícola Comum (PAC) com foco ambiental e explique como ela contribui para combater as alterações climáticas. A pontuação varia de 2 a 8 pontos, dependendo da adequação da medida e da clareza da explicação.
⚠ Erro comum: Apresentar uma medida que não seja da PAC ou que não esteja diretamente relacionada com o combate às alterações climáticas, ou não explicar de forma adequada como a medida contribui para o objetivo.
A questão exige que o aluno tome uma posição clara (a favor ou contra) sobre os sistemas agrofotovoltaicos e a fundamente com dois argumentos. A qualidade da argumentação e a utilização de linguagem científica são cruciais para a pontuação.
⚠ Erro comum: Não tomar uma posição clara, apresentar apenas um argumento, ou apresentar argumentos pouco desenvolvidos ou cientificamente incorretos. Falhas na linguagem científica também penalizam.
A resposta correta é a opção B, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige a interpretação da orientação geográfica de um vale a partir de um mapa.
⚠ Erro comum: Não conseguir identificar corretamente os pontos cardeais e colaterais ou a orientação do vale no mapa da Figura 7.
A resposta correta é a opção D, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão exige o cálculo da variação de temperatura com a altitude, aplicando o gradiente térmico vertical.
⚠ Erro comum: Não aplicar corretamente o gradiente térmico vertical (diminuição de temperatura com a altitude) ou cometer erros de cálculo.
A resposta correta é a opção B, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão avalia o conhecimento sobre a influência da altitude na radiação solar recebida.
⚠ Erro comum: Confundir a relação entre altitude, espessura da atmosfera e quantidade de energia solar recebida, ou não compreender que uma menor espessura atmosférica implica menor atenuação da radiação.
A resposta correta é a opção D, conforme os critérios de classificação para a Versão 2 da prova. A Zona Especial de Conservação (ZEC) das Serras de Aire e Candeeiros é conhecida pela sua paisagem cársica e pela proteção de habitats naturais.
⚠ Erro comum: Confundir as características geológicas e os objetivos de conservação da ZEC das Serras de Aire e Candeeiros com outras áreas protegidas ou com objetivos não prioritários (como a exploração de pedreiras ou a massificação do turismo).
A resposta correta é a associação indicada nos critérios de classificação para a Versão 2 da prova. Esta questão avalia o conhecimento sobre a Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T) em Portugal.
⚠ Erro comum: Não identificar corretamente os portos, os percursos de transporte multimodal ou as características da rede ferroviária em Portugal, de acordo com a Figura 9.
A questão exige que o aluno identifique uma característica natural do porto de Sines e explique como essa característica contribui para a sua importância nacional. A pontuação varia de 2 a 8 pontos, dependendo da adequação da explicação e da clareza da relação estabelecida.
⚠ Erro comum: Referir apenas a característica natural sem explicar a sua contribuição para a importância do porto, ou apresentar uma explicação inadequada ou pouco clara.
A questão exige que o aluno justifique a importância das infraestruturas ferroviárias para atenuar a posição periférica de Portugal, utilizando a informação da Figura 9. A pontuação varia de 2 a 8 pontos, dependendo da adequação da justificação e da mobilização da informação da figura.
⚠ Erro comum: Não mobilizar a informação da Figura 9, apresentar uma justificação genérica sem ligação às infraestruturas ferroviárias específicas, ou não explicar como a melhoria dos transportes atenua a posição periférica.
Introduz a pontuação obtida em cada questão. Nos itens opcionais, contam apenas os 4 melhores.
Nota estimada. Pode variar sobretudo nas questões de resposta aberta.
Com
centros em Portugal, os Ginásios da Educação Da Vinci é a marca/franchising
de serviços de apoio escolar e explicações com maior implantação em Portugal.
Saber mais
Inscreve-te
aqui
Inscreve-te nas explicações dos Ginásios Da Vinci e prepara-te para conseguires as melhores notas.
Preenche o formulário passo a passo. No final terás o preço para as opções escolhidas.
Onde quer que estejas. Aulas individuais em regime online.
Se vives numas da localidades onde existe Da Vinci.
Os Ginásios da Educação Da Vinci são uma rede franchising de serviços de educação dirigidos a todas as idades. Para além de explicações e apoio escolar, oferecem uma vasta gama de serviços pedagógicos e educativos.
As unidades franchisadas dos Ginásios da Educação Da Vinci são jurídica e financeiramente independentes.
Livro de Reclamações |
Centros de Arbitragem